Computer Engineer from Brazil
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gabrielgeraldo
8 days ago
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Client: How good are you guys at PowerPoint?

Me: We Excel at it…

Client: Was that a Microsoft Office pun?

Me: Word.

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gabrielgeraldo
46 days ago
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zippy72
46 days ago
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One to Note.
FourSquare, qv

Portuguese, Spanish, French, English, who cares?

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I am a Portuguese marketing chief for a Swedish marketing company. I was creating business cards for a client that’s based locally but exists in almost every country in the world. I noticed that the business cards they were making for their Brazilian location were in Spanish.

Me: I noticed your business cards are in Spanish – that’s kind of a bad look in Brazil, honestly. It would be like coming to Sweden with Danish materials. If you want, I’m a native Portugese speaker; I could translate them free of charge.

Client: No thanks. Portuguese and Spanish are basically the same thing. 

No. They’re not.

As if this was not enough, their French cards also had Spanish and English words mixed up in them making no grammatical sense.

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gabrielgeraldo
235 days ago
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DICA DO DIA

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A Floresta de Camboatá: santuário ecológico (foto: Gustavo Pedro/piauí)

RIO (de volta) – Essencial a excepcional matéria de Roberto Kaz na última edição da revista “piauí” sobre a Floresta de Camboatá, onde incautos seguem acreditando que será erguido um autódromo no Rio. Ele também traça um perfil do fabuloso JR Pereira e seu mirabolante Rio Motorpark, o consórcio que “venceu” a licitação para ocupar a área.

Se depois de ler isso alguém ainda achar que essa empreitada é factível, convido os crentes a visitar as bordas da nossa linda e plana Terra. Pago as passagens.

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vitormazzi
263 days ago
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Brasil
gabrielgeraldo
264 days ago
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Orga-what?

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I was sent an official Word document to be placed in a report. 

Me: This new text says “8-89 November 2018,” and you misstated the name of the Official Sponsoring Organization as “Sponsored Official Organization.”

Client: Please do the following correction
8-9 Nov. 2918, Official Sponsoring zirgibazaton
Sent from my Samsung Galaxy smartphone.

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gabrielgeraldo
278 days ago
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PAVÃO MISTERIOSO

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RIO (é o que mais tem) – Em fevereiro, num despretensioso “GP às 10” sobre os novos patrocinadores esquisitos de algumas equipes da F-1, mencionei a tal Rich Energy, que passaria a ser “title sponsor” da Haas — incorporando-se ao nome do time. Rich Energy é uma marca inglesa de energético que diz concorrer com a Red Bull no mercado internacional.

Fui pesquisar sobre a dita cuja e o que li me deixou embasbacado. A primeira suspeita: de que a tal bebida só podia ser comprada pela internet. Confirmou-se, mas em parte. A empresa jura que suas latinhas podem ser encontradas em quatro mil pontos de venda da Inglaterra. Alguns testemunhos atestam parcialmente a veracidade dessa afirmação — tem gente que já tomou Rich Energy no país, embora ninguém, que se saiba, tenha saído por aí contando pontos de venda.

Depois surgiu uma história, esta bem confirmada, sobre o logotipo da companhia: uma cópia do símbolo de pequena fábrica inglesa de bicicletas, a Whyte Bikes. Há um processo rolando e no GP do Canadá a Rich Energy solicitou que a Haas tirasse o desenho de um veado estilizado dos carros.

Hoje, a Rich Energy, numa tuitada digna de Carluxo Dedos Nervosos, avisou que estava encerrando seu contrato com a Haas por “falta de performance”. Os termos do texto são incrivelmente duros com a equipe, uma tosqueira no mais autêntico estilo familícia — vocês sabem do que estou falando.

O CEO da empresa é um sujeito chamado William Storey, britânico de Richmond,  subúrbio a oeste de Londres. No ano passado, tentou comprar a Force India. Mas até Vijay Mallya, com a corda no pescoço, acho que ali havia alguma cilada e não levou o negócio adiante. O cara, esse barbudo esquisito aí da foto, partiu então para cima de outros times e acabou se enganchando na Haas.

richloko

Storey parece ser um mitômano compulsivo quando fala de sua marca. Afirma que a bebida é muito melhor que a fabricada pela Red Bull, pois que feita com água pura dos Alpes e açúcar extraído de cana orgânica, uma fórmula secreta criada por um cientista — adivinhem — austríaco.

Quando confrontado com a dificuldade de se encontrar o produto em qualquer lugar razoavelmente civilizado, garante que, além dos tais quatro mil pontos de venda na Inglaterra, está presente em 30 países e lidera mercados como os de Malta e Gibraltar — sua distribuição, assegura, se dá em pubs, hotéis e baladas em geral.

Que o cara e suas latinhas pretas e douradas são, digamos, estranhos, ninguém parece ter dúvida. O que surpreende é alguém como Gene Haas, negociante americano experiente, daqueles caipiras que fazem conta em guardanapo de fast food, ter caído na conversa desse sujeito. Aguardemos os próximos capítulos.

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gabrielgeraldo
395 days ago
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